Num parque da cidade, ele celebra cuidadosamente a cerimónia. Prepara o corpo. Deita o catalisador e unge o morto. Em seguida, acende o fósforo e diz: “Do pó vieste e ao pó hás-de voltar.” A população está aterrorizada e os jornais não falam de outra coisa – já o denominam de o Cremador. ninguém sabe quem é, de onde bem ou o que pretende com tais rituais. Mas quando ele risca o fósforo com que irá incinerar a sua quarta vítima não se dá conta de existência de uma testemunha, uma adolescente fugida de casa que vê o rosto do Cremador à luz tremeluzente da pira funerária...
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Prazer de Matar
Num parque da cidade, ele celebra cuidadosamente a cerimónia. Prepara o corpo. Deita o catalisador e unge o morto. Em seguida, acende o fósforo e diz: “Do pó vieste e ao pó hás-de voltar.” A população está aterrorizada e os jornais não falam de outra coisa – já o denominam de o Cremador. ninguém sabe quem é, de onde bem ou o que pretende com tais rituais. Mas quando ele risca o fósforo com que irá incinerar a sua quarta vítima não se dá conta de existência de uma testemunha, uma adolescente fugida de casa que vê o rosto do Cremador à luz tremeluzente da pira funerária...
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